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Brasileiros na Ethical Fashion Show, em Berlim

Nove marcas nacionais participaram de um dos maiores eventos sobre moda sustentável da Alemanha

Publicado em 05/07/2017, por Redação

NegóciosEcoInspiração
3 minutos de leitura

A Ethical Fashion Show é um dos maiores eventos sobre sustentabilidade do mundo, e acontece junto da Semana de Moda de Berlim, na Alemanha, entre os dias 4 e 7 de julho. Para essa edição, nove marcas brasileiras receberam a oportunidade de expor por lá, apresentando seu trabalho para o mercado internacional.

A ideia do evento é exibir marcas que mantém o conceito street e casual wear, mas que produzem de forma responsável com o meio ambiente. Bastante criteriosos com essa questão, a Ethical Fashion Show conta com uma lista rigorosa de requisitos para que as empresas participem, garantindo ao público a qualidade dos produtos expostos a cada edição.

Demonstrando um crescimento de 15% desde o último ano, em 2017 a feira conta com cerca de 200 expositores vindos do mundo todo, incluindo países como Mongólia, Guatemala, Peru e Índia. É também a primeira vez que empresas brasileiras participam.

Vale lembrar que quem tornou essa oportunidade possível para as marcas brasileiras foi a ES-Fashion, uma consultoria especializada em moda sustentável, que conta com um espaço especial para expor no evento.

Confira algumas das marcas nacionais que passaram por lá:

Nayara Costa é do Paraná e produz underwear a partir de malha orgânica de seda. A Envido, de Porto Alegre/RS, aposta em tecidos reciclados, orgânicos e biodegradáveis para a confecção de moda feminina. Essa também é a proposta da sua conterrânea Brisa Slow Fashion, que cria alfaiataria de baixo impacto ambiental. Outra marca vinda da capital gaúcha é a Vintax by Dressper, que reaproveita materiais e os transforma em gravatas e acessórios.

A Elef Shoes tem sua sede em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, e produz calçados em quantidades limitadas, com materiais específicos, mantendo um modelo de negócio slow fashion. Já a Dulatex é uma empresa paulista com 35 anos de história, com diretrizes focadas em transparência, gestão de processos, qualidade, tecnologia e sustentabilidade.

A carioca Movin preza pelo reaproveitamento de materiais alternativos e sustentáveis, confeccionando peças básicas e atemporais. Já a Trópicca, de Minas Gerais, valoriza o tear manual para criar seus calçados e acessórios, colaborando com os artesãos de Carmo do Rio Claro/MG. Por fim, a Manacá, de São Paulo, se especializa na estamparia ecologicamente correta.

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Imagens: Divulgação.

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